No corpo sonolento
Num entredormido
Sonhos cor-de-rosa
Canção de embalar
Pairam cores suaves
Arco-iris.
Criado o ambiente
Perfume do paraíso
Historias escondidas
Jorrar de águas límpidas
Flutua o corpo dorido
Momentos
Diferentes combinações
Pára a máquina do tempo
Odisseia na montanha
Navegando por mares
Caminhando sem fim
Turbilhão
Olhos postos no firmamento
Nuvens brancas como neve
Gentes e coisas se desenham
Cavalos em corrida galopante
Numa lentidão fascinante
Pausa
Nuvens se esfumaram
Imagens se apagam
Sonhos se desfazem
Angustia e ansiedade
Um sinal á realidade
Toque final
Arrepio invade o corpo
Presente ante a realidade
Vozes gritos e prantos mudos
Solidão, fome e pobreza
Percepção, tudo é uniforme
Insuportável,
Sem refúgios ou subterfúgios. Poemas, crónicas, críticas, política e outros que tais. Reservados todos os direitos de autor de acordo com a lei vigente. A reprodução, de parte ou integral dos seus conteúdos tem de ser autorizadas pelo autor. Escrita de acordo com a ortografia antiga.
2010-12-03
Ante a realidade
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Sinceramnete, lhe desejo bom fim de semana.
ResponderEliminarBonito, e triste.
ResponderEliminarBom fim-de-semana, Amigo.
Ante a realidade, sonhar!
ResponderEliminarAbraço!
Triste como a situação actual e o tempo que faz lá fora, mas bonito.
ResponderEliminarAbraço do Zé
Gostei.
ResponderEliminarBoa semana de trabalho.
Abraço
Compadre Alentejano
abraço, caro Poeta.
ResponderEliminargostei muito do poema.