2017-02-24

Onde pára a criatividade da politica:

- A POLITICA NÃO É UM MODO DE VIDA:
…….… MAS UM RELACIONAMENTO ÚTIL A TODOS, E GESTÃO DE GOVERNAÇÃO
- A RETÓRICA POLITICA NÃO É LAVAGEM DE ROUPA SUJA
………..  MAS A ARTE DE BEM FALAR E BEM COMUNICAR
- GESTÃO EM POLITICA NÃO É SÓ PALAVREADO
…….. MAS A PRATICA NA ACÇÃO NAS PALAVRA E ACTOS 
- A ASSEMBLEIA DA REPUBLICA NÃO É UMA CASA DE ESPECTACULOS
……….MAS A CASA DE RESPEITO E TRABALHO PARA FISCALIZAR OS GOVERNOS, E ENCONTAR IDEIAS E SOLUÇÕES PARA O BEM-ESTAR DO PAÍS
-OS DEPUTADOS NÃO SÃO VENDILHÕES  OU SALTIBANCOS  (no pior sentido)
……… MAS REPRESENTANTES DOS CIDADÃOS E VIGILANTES EM GERAL POVO
- OS PARTIDOS NÃO SÃO COTADAS DE UNS QUANTOS  
………. MAS O ELO  DOS CIDADÃO COM A POLITICA E DE ACORDO COMO OS SEUS IDEAIS 
MAS O QUE VIMOS:
Dichotes, risos, muitos aplausos, barulho, aplausos
Assembleia da Republica, transformada em circo, 
A linguagem de baixo nível e de intriguista
Os deputados parecem mais  palhaços ou bobos que desejam ser aplaudidos
Os partidos defendem, em primeiro lugar o acesso ao poder e dos seus correligionários
e tudo o mais é  secundário e irrelevante se lhes der lucros. O superior interesse do país é irrelevante 

2017-02-17

Acidente na auto-estrada – Lei


BT da GNR deixa o alerta e todos devem saber!

 É muito importante e deves partilhar com o maior número possível de pessoas.

 Pagamos as portagens mais caras da Europa, e mesmo assim tentam enganar-nos por                      desconhecer-mos a lei!


              Em caso de acidente numa auto-estrada ou via rápida concessionada, saber isto pode fazer a diferença entre pagares do teu bolso os danos da tua viatura e da via, ou receberes uma indemnização

Não saber este procedimento poderá custar-lhe algumas centenas ou milhares de euros! …… Conheça bem esta informação!


Lei 24/2007: Acidentes em auto-estradas

               Como sabem, para quem anda nas Auto-estradas, às vezes aparecem objectos estranhos nas mesmas, como peças largadas por outros veículos, objectos de cargas que se soltam e até animais… coisas que não deveriam acontecer porque as concessionárias são responsáveis pela manutenção. Estas situações provocam acidentes e danos nos nossos veículos, contudo se isto vos acontecer (espero que não) exijam a presença da GNR.


Ponto 2 do artigo 12 da lei 24/2007:

                Para efeitos do disposto no número anterior, a confirmação das causas do acidente é obrigatoriamente verificada no local por autoridade policial competente, sem prejuízo do rápido restabelecimento das condições de circulação em segurança.


BRIGADA DE TRÂNSITO-CENTRAL: 213 922 300

                Os indivíduos das auto-estradas vão dizer que não é preciso, porque eles tratam de tudo.No entanto, e conforme a Lei 24/2007, a qual define os direitos dos utentes nas vias rodoviárias classificadas como Auto-Estradas Concessionadas… (tendo em atenção o Art.º º 12º nº 1 e 2), só podemos reclamar o pagamento dos danos, à concessionária, se houver a participação das autoridades!


               É uma técnica que as concessionárias estão a utilizar para se livrarem de pagar os danos causados nos veículos. Por isso, se tiverem algum percalço por culpa da concessionária, EXIJAM A PRESENÇA DA AUTORIDADE, não se deixem ir na conversa dos senhores da assistência os quais foram instruídos para dizer “agora somos nós que tratamos disso e não é preciso a autoridade”. Isto é pura mentira! Se não chamarem as autoridades, eles não são obrigados a pagar os danos e este é o objectivo deles!


               Não se deixem enganar, mesmo por desconhecimento, actuem e divulguem.                 BOA VIAGEM 







 

2017-01-12

Assim vai Lisboa

De uns tantos pseudo-iluminados com pilaretes e outras aberrações. em que não atinam  em nada. Cada vez á mais transito, cada vez á mais carros e não seguem a visão do Marques de pombal, em que é necessário ruas e avenidas largas, desimpedidas, sem obstáculos. Mas não as ruas e avenidas se seus acessos estão piores, vaja-se o caso de´ Cais do Sodré, a Av 24 de Julho outrora larga e fluida hoje ao chegar á Praça Duque de Terceira, um funil , uma vergonha ……………. e assim vai Lisboa

Os pilaretes são FEIOS em Lisboa nascem como erva daninha
Muitas das vezes irracionalmente implantados, colocados em pontos injustificáveis, a distâncias curtas, quantos mais melhor (alegadamente para quem ganha com o negocio)
São vê-los nas curvas, muitas das vezes demasiados e em zonas que não existem passeios,
(basta passar por muitas rua e largos de Lisboa e como exemplo é ve-los na freguesia da Ajuda,
Em muitos casos obrigando a estacionar no lado esquerdo, em vez do que é normal do lado direito (tenham dó) e que só serve para danificar as viaturas (ao estacionar um carro estes tipos sabem o que é o ponto oculto na condução).
Outros caso onde os passeios que já tem uma altura razoável, mas está os pilaretes, postes, ferros, mamarrachos o que lhe queiram chama. Implantados em quantidades industriais.
Se os pilaretes servem par alguma coisa creio que não. Só seria necessário que se cumpra as leis de código existentes , e respectivo policiamento ( mas assim é mais comodo?)

Se assim o queriam seria mais barato e mais bonito, criarem um tipo de vazos e tínhamos Lisboa florida e não desoladora com os pilaretes feios quem está a ganhar com este negócio escândalos onde desfigura uma cidade.

2017-01-08

Tempo II

Tempo que é tempo
Não dá tempo ao tempo
Seja momento de vida
Fenómeno da natureza
Tempo
Reinado em absoluto
Senhor inexpugnável
Destrutivo, até cruel
Gentil ameno e doce
Tempo
Na sua passada cadenciada
Nada pára a sua caminhada
Seja qual o estado do tempo
Na demanda o tempo passa
Tempo
Abre a janela da vida
Proporciona o silêncio
Alimenta a saudade
Ferve ódio e paixão
Atenua as mágoas,… Não a dor 
Tempo
Gota a gota, grão a grão
Na ampulheta o tempo passa
Corrói pedra e ferro,
Enfraquece o homem
Transforma o planeta
Tempo
Passa rápido, curto, lento ou igual
Mais subordinado ao estado de alma
Tempera a morte ou vida perlongada 
Rege os nossos destinos, e tudo devora


Nada é para sempre, só o tempo


2016-11-04

Quem define o que é a “ liberdade de expressão “.

  Liberdade de expressão“.
Será para todo o cidadão ou só alguns como escultores, pintores, escritores, artistas e ou os políticos tem direito á “ liberdade de expressão”?
Será que os políticos e governantes podem dizer tudo o que lhes apetece, podem criticar, ofender quem querem seja?`
Será que num país democrático a liberdade é para todos?
Será que as leis são iguais para todos e todos?
Será que todo cidadão ou entidade independentemente da classe social ou profissional, tem de igual modo cumpriras leis?
Será que numa nação democrática não são todos filhos da mesma pátria ? ou e existe os filhos e enteados ?
Será que não é permitido o livre pensamento, a livre criatividade para todos ?
Será que cada cidadão não poderá se expressar-se como sabe e pode?
Será que a liberdade de expressão é só par uns iluminados, e não para todos?
Tantos SES , mas desculpem às vezes somos atacados de uma certa burrice ou melhor “lerdinhos” das ideias, Quem nos esclarece, pois parece que anda muita gente confusa. e veja-se os casos que por ai andam e acabo com o se..,
Será que Liberdade; Igualdade, e já está enraizada neste país a todos os níveis?

- Dizem que a “justiça” é cega, será! Mas os homens não.

-“Liberdade de expressão” é tão elástica como o barro moldado pelo artista



2016-09-23

Rostos

Rostos que nos cruzamos são tantos
Uns que fixamos, outros nem reparamos
Com um simples gesto cumprimentamos,
Outros nem acenar, nem palavra, ignoramos

Rostos jovens, errogados, envelhecidos
Traços de vida em espelhos quebrados
Imagens a preto e branco, ou coloridas
Resta lúcidas memórias, outras esquecidas

Rostos que trocam um simples sorriso
Gentes demonstram sinal de indiferença
Na rua, no transporte, loja ou restaurante
Lufada de ar fresco ou fedorento nos arrasa  

Rostos cuja beleza se reflecte num gesto
Num sol que brilha, sobre fendas de nuvens
Raios escapam parecendo enfeites mágicos
Na multidão a luz se funde na negrura da vida

Rostos que entre a multidão se perdem
Gentes que se desvanecem no tempo
Outros desceram á terra enegrecida
Que saudades de pessoa muito querida


2016-09-06

Tanta gente que conheci

Tanta gente que conheci
Pessoas com quem falei
Ou simplesmente, olhei
Tantas foram que me cruzei
Tantas gentes que conheci
Gente boa, amiga, companheiros
Honesta, amáveis e prestáveis
Uns num simples cruzar,
Outros em lazer ou a trabalhar
Tantas gentes que conheci
Falsa,  dissimulada, desonesta
Grosseira indiferente, antipática
Mal-educadas, desagradáveis até
Na rua, na estrada no trabalho
Tantas gentes que conheci
No ciber-espaço, das redes sociais
Naveguei nas palavras e imagens
Pessoalmente, muita nunca vi
Em geral simpática, verdadeira talvez
Tantas gentes que conheci
Sulquei mares em diversas direcções
Tantos caminhos percorridos, palmilhei
Encruzilhadas na vida encontrei
Incertezas, decisões, erros, cometi
Com gentes que vivi e conheci
Curioso agora recordar
Uns lembram-me outros esqueci
Encontros e desencontros realizei
Mais de mil e um amigos encontrei,
Quantos ao todo?
Verdadeiros, não sei. ?


2016-08-28

Silêncios


Silêncio incómodo na penumbra do entardecer
Recordações, imagens, sons vão asfixiando
Uma miscelânea de emoções nos transborda
Vidas, flutuam á deriva num mar de segredos

Choras a perda do que deixaras para trás
O pequeno mundo, de familiares e amigos
Recordar com nostalgia os momentos vividos
Pensamento cada vez se torna mais labiríntico

Viagens adiadas, palavras esquecidas
Fronteiras da vida nunca ultrapassadas
Num caminhar sem regresso nem aviso
A morte é uma aventura envolta em mistério


2016-08-06

O transito em é um caos

Há dias tive de passar pela Av. 24 de Julho, cais- do Sodre´, rumo ao Parque das Nações.
A calamidade no trânsito, aliás, isto nota-se em grande parte nas vias principais da cidade de Lisboa. Tapar buracos, pintar passadeiras de peões (as conhecidas zebras,) isso não importa, não interessa.
Verifica-se o que se torna ridículo (não se entende, eu não entendo ou serei burro?, expliquem-me ).
É do conhecimento de todos, menos dos ignorantes, que cada vez há mais carros o transito é mais intenso, e o que se verifica, onde existia 3 vias para cada lado da 24 de Julho, estrangularam para 2  vias com um mamarracho o meio , impossibilitando em caso de acidente uma saída escapatória, pois com a altura do separador central não e possível o que tornará um caos, senão outras situações mais dramáticas. Estas gentes da CML não têm olhos na cara, não pensam
Outra situação que invade a cidade de Lisboa é o excesso de pilares nos passeios, creio que para evitar ali o estacionamento de viaturas. a distancia entre eles parece que estão a plantar flores ou outra coisa menos bonita.
Quem ganha com o negócio? São instalados sem um critério sério e racional, Por exemplo nas ruas paralelas e não só á Calçada da Ajuda colocam onde não existe passeios e de modo a que quando um condutor pretende arrumar a sua viatura á chamado um angulo morto (CML desconhece?) em que dificulta a sua manobra, alem da distancia entre estes pilares de ferro, é um exagero.
Lisboa está um caos parece mais um estaleiro e nada funcional  


2016-07-18

Assim vai o mundo gerido até quando????


Os Estados não cumpre o seu designo, como entidade abstracta trata mal quem o sustenta, quem o suporta, quem é a razão da sua existência, e porquê?
Quem gere os estados, de um modo geral são pessoas mesquinhas, sem dignidade, sem verticalidade, sem escrúpulos, enfim uns Interesseiros e vendidos.(Felizmente não são todos)
Geram mal o que é o bem público, olham mais os interesses pessoais, sejam eles presentes ou futuros, criam amizades na base de interesses mútuos, servindo-se dos lugares superiores e de gestão da administração pública, para as suas negociatas e dos seus amigos.
Uns quantos políticos usam o seu lugar como um trampolim para subirem na vida financeira, e social, e exemplos nos últimos tempos é coisa que não falta
Apregoam princípios ideológicos encobrindo a sua falsidade, em nome do interesse de todos, tendo um único objectivo,
O interesse de uns poucos beneficiando aqueles que os levaram ao poleiro e os coloca numa redoma de luxos e mordomias com refeições de luxo, (mesmo sabendo que não há almoços grátis), viagens de luxo em hotéis e iates, prendas de alto valor, etc., etc.).
Assim se compreende e entende, como alguns, pouco ou nada tinham, hoje tanto têm, numa ascensão meteórica, que ninguém consegue só com trabalho, honestidade.
Entende-se, mas não se compreende, porque não existe leis que acabem ou minimizem a corrupção, o enriquecimento rápido (que só não é ilícito se lhes tiver saído o euro-milhões o que não é o caso deles).
Infelizmente e, isso todos nós cidadãos comuns somos os grandes culpados, nos queixamos mas continuamos a fazer as mesmas asneiras.
Aceitámos quem nos vende gato por lebre ou coelho estragado, nos oferece peixe podre (cherne) que já nasceu em águas turvas e lamacentas, que nos ofereceu cavacos como puros para uma lenha e fogo vivo, e afinal só nos deu fumaça, de falsos filósofos que parece estra mais inclinado para os cifrões, …… e cá vamos cantando e rindo
A culpa é nossa, por inacção, por comodismo, ou mesmo por estupidez  
Na ilusão de um mundo melhor, de maior igualdade, fomos intoxicados por palavras, palavras, sem acção, que nos levou chegar aqui, só palavras que não constroem, mas os anafados políticos que tudo prometeram, eles estão bem na vida, sem problemas financeiros, sem que lhes tenham tirado o emprego (tem sempre muitos) sem que lhes faltasse credito nos bancos ou lhe tirassem a casa ou outros bens por incumprimento (eles tens créditos mal parados, incobráveis mesmo, mas nada lhes acontece. (São os senhores engravatados)
O problema do país e do mundo, deve-se á incompetência de um conjunto de políticos profissionais, funcionários superiores parasitas, gestores corruptos, e banqueiros desonestos, todos indignos dos lugares que um dia assumiram. 

Todos, ou quase todos nós temos a culpa, seja por inacção, por comodismo, ou mesmo por estupidez, sim temos porque elegemos, ou deixamos eleger, colocamos no poder gentes corruptas vendidos e vendilhões, falsos políticos, em que o servir a causa bem comum, é uma enorme falsidade

Queixamos mas o pior de tudo é que a culpa é nossa, Queixamos mas o pior de tudo é que a culpa é nossa, pela nossa passividade da não exigência do cumprimento das leis ou de exigir novas leis que protejam o cidadão comum e não as classes politicas e privilegiadas,
Até quando?