2012-04-23

B - Selecção de 5 provérbios portugueses

- Bastante sabe quem não sabe, se calar sabe

- Basta um frade ruim para dar que falar a um convento

- Bendita a ferramenta que pesa mas alimenta

- Boas palavras custam pouco e valem muito

- Bom rei, se quereis que vos sirva, dai-me de comer 

2012-04-22

A - Selecção de 5 provérbios portugueses


- A fome e o frio metem a lebre a caminho

- A guerra e a ceia, começando se ateia

- A ignorância é um mal, mas não contagioso

- A língua não tem osso, mas quebra ossos

- A mocidade passa, mas as recordações ficam

2012-04-20

O "ses" de pobres versos ricos

 - Se acabassem com os pobres não havia ricos, o que era uma chatice

 - Se muitos pobres não fossem fracos de espírito, os ricos não triunfavam

 - Se os pobres não dessem lucro, os ricos já tinham acabado com eles

 - Se a miséria não beneficiasse os ricos, esta já tinha sido erradicada

 - Se o rico não desse esmolas aos pobres, não fazia figura de benemérito

2012-04-18

Verdades ocultas

- Os governantes apregoam falsidades e aos pobres querem retirar direitos adquiridos, aos ricos e poderosos oferece mordomias

- Os direitos dos cidadãos não são uma esmola
Como o direito de voto não é esmola para o cidadão mas sim para os candidatos que depois lhes agradecem virando as costas.

- Os governantes não dão nada do que seja exclusivamente deles.
Não ofereçam, pseudo complementos, subsídios,
(não lhes dê o peixe, mas a cana para pescar), mas condições de trabalho, e melhoramento de vida.

- A “caridadezinha” é o encobrimento de consciências pouco limpas

-A “sopa dos pobres” é o espelho de uma sociedade desigual e injusta

-A pobreza envergonhada é a mais dramática de todas as condições de pobreza, porque se sofre em angústia e em silêncio.
Que pode levar ao suicídio e á morte.

2012-04-16

O valor das coisas

Só damos valor ás coisas quando sentimos a sua fala
Da água, e de um banho repousante e acolhedor
Sem electricidade ficamos num manto de escuridão
Sentimo-nos perdidos num mundo que não é nosso

Chuva em campo agrícola devastado pela seca
Riacho de água na planície desértica é bênção
Acalmia no mar para o pescador após temporal
Braseiro em invernia torna casa mais acolhedora

De coisas simples é feita o quotidiano
Em que o seu valor se altera hora a hora
O minuto tão importante como o segundo
O cadenciar do tempo é as circunstancia

Quando a febre fustiga o corpo, tolda a mente
Simples ruído é um estrondo em dia de arraial
Foco de luz nos encandeia como projectores
Com saúde o sol brilha mais, a chuva refresca

Uma vez e outra no deserto nos sentimos
Pela floresta caminhamos e nos perdemos
Na cidade inseguros e intranquilos passamos
No meio da multidão encontramos a solidão

A amizade revela-se de muitas formas
Um gesto. um olhar, silêncios valiosos
Do botão pequenino floresce bela flor
Com saúde o sol brilha, a chuva refresca

Desvalorizamos o que temos
Desejamos o que não podemos
Rejeitamos o simples e natural
Ofuscamo-nos com o supérfluo.

2012-04-15

Privilégios injustificados

Onde se encontram a grande maioria dos privilégios injustificados na nossa sociedade, senão na classe politica, vejamos:
- Quem tem privilégios de se reformar antes de idade de reforma da lei geral, senão os deputados, governantes e banqueiros e administradores.
- Quem tem privilégios, ou melhor mordomias senão os eis presidentes da república. Carro e motorista, gabinete e secretária, e outras regalias.,
- Quem tem privilégios de ter 3 e 4 reforma, e continuam a receber chorudos vencimentos, em empresas comparticipadas do estado, ou que este tem influencias. Senão ex-governantes, e ex-políticos.
- Quem tem privilégios, senãos oficiais-generais que passam á reserva com boas regalias.
- Quem tem os privilégios de um modo geral, são a classe politica, magistratura, forças armadas, banqueiros, administradores e gestores públicos.
- Quem tem privilégios como os deputados, com subsídios para tudo e nada, um restaurante de 1º com preços irrisórios subsídios de habitação e transporte (isto não acontece para os professores e outros funcionários do estado).
- Quem tem o privilégio como os juízes, casa ou subsídio de habitação e outras tantas regalias que são negadas de um modo geral ao funcionalismo público.
-Quem tem privilégios de receber grandes bónus, mesmo que as empresas esteja aflitas, caso dos bancos, senão os próprios banqueiros, os gestores nomeados pelo governo, A EDP e GALP, e outras grandes empresas, que exploram os cidadãos com facturas exageradas, a RTP, com grandes ordenados, grandes não, exagerados, gozando do dinheiro dos contribuinte e sempre com deficit. Os administradores da CGD sendo do estado, ás pequenas e médias empresas e aos cidadãos
- Quem tem os privilégios dados tantas fundações, que muitas não sabemos para que servem, (outras para coito e alguns, e já sabemos quem),
- Quem tem os privilégios de cobrar renda excessivas ao estado como no sector dos combustíveis e electricidade.
Privilégios que existem e existiram nas parcerias publico-privadas, nas PPR PPP etc. etc. etc.
-Quem tem o privilégio de serem sempre ilibados senão so poderosos e endinheirados perante a justiça, existindo claramente uma justiça para pobres, outra para os ricos, como exemplo temos o caso PORTUCAL e, ao fim de 7 anos não existe culpados.
Será que o governo sabe distinguir o que são: privilégios, regalias mordomias
E o que são direitos justos conquistados ao longo dos anos, com grandes lutas e esforços dos trabalhadores.

Os direitos dos cidadãos, trabalhadores, reformados e pensionistas, não são regalias, mas princípios fundamentais que os governantes devem respeitar e cumprir.

Demonstra que o governo está desorientado e fala sem rumo,produz informação e contra-informação, mesmo dentro do próprio governo, e atacar as coisas de fundo e para o interesse do cidadão comum, nada se vê, infelizmente.
Este governo tem um discurso de bom aluno, com o estrangeiro e poderosos e mau professor par o cidadão comum, que é só castigar.
Senhor Primeiro-Ministro não venha com discursos destes, menos palavras mais acções, e acabe (se tiver coragem)com os privilégios existentes em especial na classe politica.

2012-04-12

Cuidado com o fundamentalismo

O fundamentalismo invade oeste país, a sofreguidão destes políticos, não tem limites, agora mais uma.
Começo por dizer que á muitos anos que deixei de fumar, á muitos anos que tive de conviver numa sala pouco arejada com mais com 5 pessoas sendo 4 fumadores, por isso digo, isto é demais
Agora querem criar uma lei contra o fumo do tabaco dentro dos carros, quando estes transportam crianças, Mas é necessário proibição ou educação, é com penalizações e multas que se resolve o problema.
È mais uma daquelas leis que poucos iram ligar, veja-se o caso dos usos dos telemóveis nos automóveis, Gostaria de receber 1 euro por cada condutor que vejo diariamente ao volante com telemóvel (era um bom ordenado)
Sou contra o uso do telemóvel ao volante, não pratico de modo algum, por isso aço caricato estas leis , pois o mesmo se irá passar com a lei do fumar nos carros.
Independentemente do correcto que julgo ser a não utilização do uso do telemóvel, como o de fumar junto a crianças estejam ou não dentro de viaturas ou locais fechados, vejo no entanto o dedo do fundamentalismo e isso é perigoso.
Será que é mais uma maneira de o governo “roubar” dinheiro a mais alguns, preferível será aumentar os impostos do tabaco, pois não é um bem necessário e vícios pagam-se caros.

É proibição do uso do telemóvel, será o tabaco, amanhã será de tossir, respirar ter licença para andar nas ruas e cidades.
O que iremos chamar a estas situações: comunismo, fascismo despotismo, fundamentalismo, para onde caminhamos, que regime teremos? Democrático é que parece cada vez uma miragem.

Mais importante que as proibições, será a formação, a educação das pessoas me especial dos mais novos para que eles possam mudar mentalidades antigas,

Mais formação e educação, menos leis, quanto mais leis menos elas são cumpridas. As leis são para os cumpridores e que delas não precisam, os outros com ou sem leis, continuam a ser uns marginais da sociedade.
Mais leis não é sinonimo de mais justiça.

Tanta confusão por aqui vai

Escrita de acordo com a ortografia antiga, (provavelmente com erros, que o deixam de ser, segundo o Novo Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa.O erro de ontem é o correcto,(ou correto) hoje.
Assim temos [ato em vez de acto, ator em vez de actor, antissocial em vez de anti-social, como coleção, em vez de colecção, otimo em optimo, direto em vez de directo]
Quantas reguádas,apanhamos por nos esquecermos de mais um "C". Mudam-se os tempos mudam-se as vontades, Adeus mundo cada vez pior.

É como estes governantes, desde á muitos anos passando pelo senhor do monstro, que agora não concorda mas assina. No tempo da outra senhora, o presidente cortava fitas, este assina de cruz e depois vem lavar as mãos como Pilatos.
Um P.M. que hoje diz uma coisa amanhã o seu contrario, Um governo que nos desgoverna em todo o tempo de governação de Passos Coelho, qual a mínima coisa positiva que o cidadão tem recebido: Impostos, aumento do custo de vida, roubo de reformas e pensões, no subsidio de natal e férias, acabar com as reformas antecipadas, venda do património nacional que ninguém sabe para onde vai parar o dinheiro,(é para os juros da divida.)e tantas outras
O país está transformado numa pequena aldeia, em que os lugares saltam de mão em mão e sempre para os mesmos, ou da mesma família.

- Pergunta-se, Sr Primeiro-ministro:
- Porque não acaba com as reformas milionárias e obscenas, e criar um tecto máximo para o valor das reformas (ex: 10x salário mínimo nacional)
- Porque não acaba com as múltiplas reformas de certos senhores, cada cidadão e a exemplo de outros países, (como os governantes gostam de o fazer,) que cada cidadão só tem direito a uma reforma, que poderá ser a medias de todas, mas com um tecto máximo.
- Porque será que os deputados também não só se reformam aos 65 anos, como os restantes cidadãos.

Aqui e por agora fica uma mão cheia de questões que provavelmente nunca terão resposta, sabendo que não é solução para todos os problemas, mas podia levantar um pouco a moral do sentido de se verificar que o governo tentava minimamente ser justo.

Se o governo quer acabar com algumas das muitas situações injustas que existem, aqui vai algumas sugestões.
- Reformas e com pensões superiores a 10 salários mínimos nacionais, seriam os seus titulares proibidos de acumular outros cargos, ou então optavam por o um só vencimento nessas empresas e não recebiam qualquer pensão.
- Acabar com tantos regimes de excepções das tabelas de valores máximos pretendidos pelo governo para gestores. Qualquer que seja a empresa desde que controlado pelo estado deve estar sujeito ás mesmas condições, caso contrário é alem de não ser justo é imoral
- Implementar leis que levem ao banco dos réus , gestores públicos e outros cargos da função publica, incluindo governantes por má gestão ou gestão danosa
- Criar um sistema de impostos moderno e mais justo, evitando a fuga aos impostos) criando assim maiores benefícios fiscais, e não é preciso muito, basta consultar que se passa com outros países onde o sistema melhor funciona.

Coisas simples, porque complicar , dado que o complicado já é difícil

2012-04-07

Verdades ou mentiras

- Se a pobreza de muitos não desse riqueza a uns poucos, é sabido que a pobreza já tinha acabado.

- A verdade dos políticos, hoje é mentira amanhã: Quem acredita nestes politicos??

- Se ser politico é tão mau, tão mau. porque será que eles se arranham todos para chegar ao poleiro ou como disse o Primeiro Ministro, ao "POTE".

- Quaresma, semana santa de sacrifícios e penitencias. Será para os santos e pecadores. Mas sou um cidadão com defeitos e virtudes e sacrifícios os governantes obrigam-me a passar…….. não sou politico.


Esqueçam por momentos o aumento da gasolina e o rumo que leva este país, façam o favor de serem felizes (nem que seja por um dia)e uma BOA PASCOA.

2012-04-03

Pensamento de hoje

Os políticos, governantes e autarcas são dos maiores religiosos do mundo. Quando entram em conversações para negociações e obras, fecham as mãos em oração e surdina e levam um terço.