Sem refúgios ou subterfúgios. Poemas, crónicas, críticas, política e outros que tais. Reservados todos os direitos de autor de acordo com a lei vigente. A reprodução, de parte ou integral dos seus conteúdos tem de ser autorizadas pelo autor. Escrita de acordo com a ortografia antiga.
2009-07-10
2009-05-23
Notas e Frases intemporais III
As minhas vindas a este porto de abrigo, tem cada vez sido mais espaçadas o tempo e a confusão tem-me consumido um pouco e não dá muito para ter a cabeça fresca e livre.
Assim aqui vou recordando algumas frases, que muitos de nós conhecemos ditas ou escritas desta ou de outra forma, mas desconhecemos os autores, ou somos nós próprios (Não temos o privilegio de sermos famosos), mas não importa, assim como não será tão importante quem o disse, mas o facto de alguém que o quem a assimilou e chama também sua.
Os nomes das pessoas por mais importantes que sejam ou foram, o tempo muitas vezes o leva, ficando só o essencial do bem que nos legaram, e todos podemos deixar um pouco de nós aos nosos amigos e familiares e porque não ao mundo também.
Nesta conjuntura de obras, também tenho deixado para trás as visitas aos blogues amigos, ou quando o faço é uma visita rápida que nem dá para me anunciar, as minhas desculpas.
A todos o meu abraço e saudações amigas.
Aqui fica, frases intemporais III
- O desespero consiste em imaginar que a vida não tem sentido. (Chesterton)
- Na vida há algo pior que o fracasso: não ter tentado nada. (F. Roosevelt)
- A melhor forma de nos libertarmos de um problema é resolvê-lo. (Brenda Francis)
- O que sabemos é uma gota de água, o que ignoramos é um oceano. (Isaac Newton)
- O caminho mais curto para conseguir fazer muitas coisas é fazer uma de cada vez. (Samuel Smiles)
Assim aqui vou recordando algumas frases, que muitos de nós conhecemos ditas ou escritas desta ou de outra forma, mas desconhecemos os autores, ou somos nós próprios (Não temos o privilegio de sermos famosos), mas não importa, assim como não será tão importante quem o disse, mas o facto de alguém que o quem a assimilou e chama também sua.
Os nomes das pessoas por mais importantes que sejam ou foram, o tempo muitas vezes o leva, ficando só o essencial do bem que nos legaram, e todos podemos deixar um pouco de nós aos nosos amigos e familiares e porque não ao mundo também.
Nesta conjuntura de obras, também tenho deixado para trás as visitas aos blogues amigos, ou quando o faço é uma visita rápida que nem dá para me anunciar, as minhas desculpas.
A todos o meu abraço e saudações amigas.
Aqui fica, frases intemporais III
- O desespero consiste em imaginar que a vida não tem sentido. (Chesterton)
- Na vida há algo pior que o fracasso: não ter tentado nada. (F. Roosevelt)
- A melhor forma de nos libertarmos de um problema é resolvê-lo. (Brenda Francis)
- O que sabemos é uma gota de água, o que ignoramos é um oceano. (Isaac Newton)
- O caminho mais curto para conseguir fazer muitas coisas é fazer uma de cada vez. (Samuel Smiles)
2009-05-16
Frases intemporais II
- Quem se irrita com as críticas está a reconhecer que as merece. (Tácito)
- O amigo certo conhece-se na acção incerta. (Quinto Ennio)
- As flores não nascem sem o calor do Sol. Também os homens precisam da amizade para viver. (Phil Bosmans)
2009-05-10
Frases intemporais
- "Não temeria um grupo de leões conduzido por uma ovelha, mas temeria sempre um rebanho de ovelhas conduzido por um leão". – ALEXANDRE MAGNO
- "Qualquer actividade se torna criativa e prazenteira quando quem a pratica se interessa por fazê-lo bem feita ou arte melhor do que alguma vez foi feita". – JOHN UPDIKE
-"Não há segredos que o tempo não revele". – JEAN RACINE
-"Felizes os que nada esperam, nunca serão desiludidos". – SÉBASTIEN-ROCH NICOLAS DE CHAMFORT
-"Os políticos e as fraldas devem ser mudadas frequentemente e pela mesma razão". – EÇA DE QUEIROZ
- "Qualquer actividade se torna criativa e prazenteira quando quem a pratica se interessa por fazê-lo bem feita ou arte melhor do que alguma vez foi feita". – JOHN UPDIKE
-"Não há segredos que o tempo não revele". – JEAN RACINE
-"Felizes os que nada esperam, nunca serão desiludidos". – SÉBASTIEN-ROCH NICOLAS DE CHAMFORT
-"Os políticos e as fraldas devem ser mudadas frequentemente e pela mesma razão". – EÇA DE QUEIROZ
2009-04-30
2009-04-26
Partidos
Os partidos políticos dominam, não libertam
Em vez de forças aglutinadoras da sociedade
Se transformaram em maquinas calculadoras
Em que o interesse partidário se sobrepõe
Grupos parlamentares travam lutas estéreis
Esquecem os interesses principais da nação
Olham a seu bancada, umbigo e aplaudem
Para os problemas do povo não têm solução
Quando partidos se tornam coitos de alguns
Lutas de poder entre pessoas sem ideologia
Grupos que se constituem em camarilha
O desapego ao bem comum é uma constante
O gosto pelo serviço público se esbate
Quando interesses mesquinhos o tentem
Que figurões de um regime democrático
Imperativo ético, é necessário reinventar
Desçam para meio do povo e escutem
Seus anseios, dificuldades, ambições
O cidadão comum ama este seu país
Há mais Portugal além dos partidos
Decisões usurpadas pelos partidos
Papel das pessoas é secundarizado
A sua voz dificilmente se faz sentir
Espartilhado está o direito do cidadão
Em vez de forças aglutinadoras da sociedade
Se transformaram em maquinas calculadoras
Em que o interesse partidário se sobrepõe
Grupos parlamentares travam lutas estéreis
Esquecem os interesses principais da nação
Olham a seu bancada, umbigo e aplaudem
Para os problemas do povo não têm solução
Quando partidos se tornam coitos de alguns
Lutas de poder entre pessoas sem ideologia
Grupos que se constituem em camarilha
O desapego ao bem comum é uma constante
O gosto pelo serviço público se esbate
Quando interesses mesquinhos o tentem
Que figurões de um regime democrático
Imperativo ético, é necessário reinventar
Desçam para meio do povo e escutem
Seus anseios, dificuldades, ambições
O cidadão comum ama este seu país
Há mais Portugal além dos partidos
Decisões usurpadas pelos partidos
Papel das pessoas é secundarizado
A sua voz dificilmente se faz sentir
Espartilhado está o direito do cidadão
2009-04-21
Rufam os tambores
Rufam os tambores
No toque sentimos as vibrações
a radiante energia invade o espaço
Belas poesias são formadas
Melodias novas ou reinventadas
Na cadencia tradicional do tambor
Prevalece a magia do amor
Mosaicos de diversos tons e cores
O palpitar dos corações
Cântico dos pássaros a melodia
Sinfonia natural suplicas divinas
Num esplendor de quimera
Versos que falam de encantos
Eterna paixão, de enamorados
Num batimento descompensado
Vibra sem jeito um beijo
A harmonia no peito volta a reinar
Seguindo o rio pela correnteza
Devagar lentamente sem parar
Na liberdade de um campo a florir
Os corpos se fundem na paisagem
Dos lábios brota um rio de alegria
No coração a vida se alegra
Faz dessa magia a razão de viver
E o tempo passa vagarosamente
No seu ritmo cadenciado
No toque sentimos as vibrações
a radiante energia invade o espaço
Belas poesias são formadas
Melodias novas ou reinventadas
Na cadencia tradicional do tambor
Prevalece a magia do amor
Mosaicos de diversos tons e cores
O palpitar dos corações
Cântico dos pássaros a melodia
Sinfonia natural suplicas divinas
Num esplendor de quimera
Versos que falam de encantos
Eterna paixão, de enamorados
Num batimento descompensado
Vibra sem jeito um beijo
A harmonia no peito volta a reinar
Seguindo o rio pela correnteza
Devagar lentamente sem parar
Na liberdade de um campo a florir
Os corpos se fundem na paisagem
Dos lábios brota um rio de alegria
No coração a vida se alegra
Faz dessa magia a razão de viver
E o tempo passa vagarosamente
No seu ritmo cadenciado
2009-04-10
Obras em casa II
Entre montanhas, dunas de pó e areias
Escombros e ruínas atravessando
Vamos sobrevivendo e conquistando
O desafio de reconstruir se torna aliciante
Com esforço trabalho e imaginação
Pouco a pouco vamos avançando
Nesta demanda de obras em casa
As dificuldades vamos ultrapassando
A harmonia se transforma num caos
A outrora calmaria numa tormenta
Ainda agora começou os trabalhos
O caminho é longo muito á a percorrer
O plural acontece diariamente
Corpo doridos, cansaço constante
Viagens pelo mundo de materiais
Escolhas, duvidas, preços, discussões
Viagens espaçadas para com os amigos
Escrita atrasada pouca imaginativa
A paciência e paz de espírito se toldam
Devagar, lentamente o tempo vai passando
Escombros e ruínas atravessando
Vamos sobrevivendo e conquistando
O desafio de reconstruir se torna aliciante
Com esforço trabalho e imaginação
Pouco a pouco vamos avançando
Nesta demanda de obras em casa
As dificuldades vamos ultrapassando
A harmonia se transforma num caos
A outrora calmaria numa tormenta
Ainda agora começou os trabalhos
O caminho é longo muito á a percorrer
O plural acontece diariamente
Corpo doridos, cansaço constante
Viagens pelo mundo de materiais
Escolhas, duvidas, preços, discussões
Viagens espaçadas para com os amigos
Escrita atrasada pouca imaginativa
A paciência e paz de espírito se toldam
Devagar, lentamente o tempo vai passando
2009-03-31
Obra em casa
Tempestades de pó invade os olhos
Areias que se movem pelos ares
Rebombar de canhões sobre os ouvidos
Montanhas de caixas e caixotes
Escalada de dificuldades se enfrenta
Labirintos de angustia constante
Procuras incessantes por algo simples
Tarefas redobradas sem propósito
Num movimento sempre constante
O espaço é cada vez mais reduzido
A caminhada mais longa e espinhosa lenta
A paciência se incomoda
Caminhos a percorrer se advinha
Os nervos tensos se controla
A calma deixou este mundo
Abrigo outrora sossegado
Se transforma numa confusão
Barulho lixo e pó é uma constante
O simples se transforma numa aflição
Incómodos, despesas se apresentam
Espera-se contornar tamanha empreitada
No final que o objectivo seja alcançado
A casa se transformar no lar desejado
Obras em casa um martírio
Que o sacrifício seja compensado
Cor, luz e espaço é o objectivo
Haja esperança na caminhada
Areias que se movem pelos ares
Rebombar de canhões sobre os ouvidos
Montanhas de caixas e caixotes
Escalada de dificuldades se enfrenta
Labirintos de angustia constante
Procuras incessantes por algo simples
Tarefas redobradas sem propósito
Num movimento sempre constante
O espaço é cada vez mais reduzido
A caminhada mais longa e espinhosa lenta
A paciência se incomoda
Caminhos a percorrer se advinha
Os nervos tensos se controla
A calma deixou este mundo
Abrigo outrora sossegado
Se transforma numa confusão
Barulho lixo e pó é uma constante
O simples se transforma numa aflição
Incómodos, despesas se apresentam
Espera-se contornar tamanha empreitada
No final que o objectivo seja alcançado
A casa se transformar no lar desejado
Obras em casa um martírio
Que o sacrifício seja compensado
Cor, luz e espaço é o objectivo
Haja esperança na caminhada
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