Mais uma semana está a acabar, infelizmente, pois foi uma daquelas semanas terríveis, aborrecidas enfadonhas, dizemos a semana, mas esta nada tem haver, a não ser o estado do tempo e isso também contamina o estado da alma e da disposição. È verdade esta semana foi daquelas que não me apetecia fazer nada, não tinha inspiração para nada, uma ausência completa de discernimentos correctos. Esta coisa de ser reformado tem estes reveses, opiniões para ocupar o tempo nisto ou naquilo, temos muitas, soluções nenhumas, pois se é verdade que devemos ocupar o nosso tempo com diversas actividades também é verdade que essas actividades nos devem dar prazer. Não só obrigações, essas tivemos durante mais de 42 anos, obrigações laborais entenda-se.
A questão é mesmo essa, foi durante anos técnico de equipamentos electromecânicos, desempenhando neste últimos a função de supervisor técnico de produção, na área de bombeamento de água sobre pressão, criando, projectando centrais de abastecimento de água sobre pressão a edifícios de habitações, industriais e comercias, bem como centrais de abastecimento de águas a rede de incêndios, tanto obedecendo a normas e regras internacionais, como criando um sistemas autónomos, e outros serviços inerente como. A criação de documentação, analise a e correcção de traduções de equipamentos.
Durante anos, visitei edifícios e obras, criando coisas novas encontrando soluções, sugerindo ou corrigindo, enfim uma profissão que adorava. Era uma pessoa extremamente dinâmica e a pouco e pouco esse fogo se vai apagando.
Ainda hoje fui ao meu antigo trabalho, sim porque hoje em dia temos duas situações o trabalho e o emprego. Em que muita gente prefere a segunda situação e depois lamenta-se.
Trabalho é uma situação em que nos dá prazer o que fazemos, nos esforçamos, damos o nosso melhor, produzimos e gostamos que o mesmo seja reconhecido, e claro queremos ser pagos pelos nossos serviço.
Emprego é aquele que as pessoas estão ali só com um único objectivo, ganhar dinheiro, de um modo geral não gostam do que fazem nem sentem prazer em estar a produzirem, só uma obrigação e nada mais.
Tentando e conversando com ex-colegas e amigos aliviar um pouco a apatia acumulada, e verifico que hoje em dia o trabalho se vai fazendo de vagar, sem pressas, pois denota-se um decréscimo na actividade. Estamos em crise, na rádio e televisão só se ouve a palavra crise, desemprego, fechos de empresas acredito que a moral e ânimo dos portugueses anda mesmo em baixo, quer física, psicológica devido á instabilidade quer monetária sim. ISTO É QUE VAI UMA CRISE
Mas continuando, esta semana foi daquelas para esquecer, se bem que na verdade não há nada para recordar, e isso é triste. O antídoto sabemos qual é, mas não é fácil. A vontade é que não existe e sem vontade, gosto e alegria é tudo uma chatice.
Votos de bom fim de semana e que o futuro seja melhor.
Sem refúgios ou subterfúgios. Poemas, crónicas, críticas, política e outros que tais. Reservados todos os direitos de autor de acordo com a lei vigente. A reprodução, de parte ou integral dos seus conteúdos tem de ser autorizadas pelo autor. Escrita de acordo com a ortografia antiga.
2009-01-16
2009-01-11
A visita do Tiago a Lisboa
Esta semana tive cá em casa um amigo do meu filho, conhecimento que surgiu quando este esteve no Brasil, mais propriamente no Rio de Janeiro a acabar a sua formação em Engenharia Mecânica.
Um jovem brasileiro, carioca que veio pela primeira vez á Europa, pela Holanda, Bélgica e Portugal, seguindo até Paris onde ia ficar dois dias e depois de volta a casa.
O Tiago, amigo do meu filho meu amigo é, um pouco mais novo, também se formou em Engenharia, tendo sido companheiro do Gonçalo, quando da sua estadia no Rio. Assim Foi convidado para ficar em nossa casa durante a sua estadia em Lisboa.
Na medida do possível proporcionei-lhe não só o alojamento como tentei o melhor que posso e sei fazer de cicerone e mostrar um pouco de Lisboa, Sintra e Cascais.
Tendo visitado entre outros locais, A Torre de Belém, O Mosteiro dos Jerónimos, Museu dos Coches e da Electricidade, o Oceanário, umas voltas pela cidade de Lisboa, e arredores
Gostou muito deste nosso país, indiquei foi ter encontrado um clima tão frio e não habitual.
Pois poderei afirmar que ele tinha saudades era do seu clima quente, pois o frio era o que o incomodava mais.
Como é do conhecimento geral esta semana tivemos muito frio e muita neve, em Lisboa o positivo foi não chover nem nevar, mas o frio foi uma constante, principalmente de noite e manhã ou quando já não havia sol, por isso não nos podemos queixar muito, até porque tivemos dias lindos, só o frio incomodava um pouco, principalmente para quem não está habituado.
Gostei do jovem Tiago, um pouco mais novo que o meu filho, sossegado, gentil, poderei dizer que foi um prazer o receber, creio que ele também gostou do nosso acolhimento
Eu e a minha família lhe desejamos as maiores felicidades ao Tiago, e aqui deixo um pouco das imagens que por ele foi colhidas., outras poderia apresentar dada a grande variedade de fotos que foram registadas, mas poucas as que consegui recolher
C Valente - Boca do Inferno - Cascais
Um jovem brasileiro, carioca que veio pela primeira vez á Europa, pela Holanda, Bélgica e Portugal, seguindo até Paris onde ia ficar dois dias e depois de volta a casa.
O Tiago, amigo do meu filho meu amigo é, um pouco mais novo, também se formou em Engenharia, tendo sido companheiro do Gonçalo, quando da sua estadia no Rio. Assim Foi convidado para ficar em nossa casa durante a sua estadia em Lisboa.
Na medida do possível proporcionei-lhe não só o alojamento como tentei o melhor que posso e sei fazer de cicerone e mostrar um pouco de Lisboa, Sintra e Cascais.
Tendo visitado entre outros locais, A Torre de Belém, O Mosteiro dos Jerónimos, Museu dos Coches e da Electricidade, o Oceanário, umas voltas pela cidade de Lisboa, e arredores
Gostou muito deste nosso país, indiquei foi ter encontrado um clima tão frio e não habitual.
Pois poderei afirmar que ele tinha saudades era do seu clima quente, pois o frio era o que o incomodava mais.
Como é do conhecimento geral esta semana tivemos muito frio e muita neve, em Lisboa o positivo foi não chover nem nevar, mas o frio foi uma constante, principalmente de noite e manhã ou quando já não havia sol, por isso não nos podemos queixar muito, até porque tivemos dias lindos, só o frio incomodava um pouco, principalmente para quem não está habituado.
Gostei do jovem Tiago, um pouco mais novo que o meu filho, sossegado, gentil, poderei dizer que foi um prazer o receber, creio que ele também gostou do nosso acolhimento
Eu e a minha família lhe desejamos as maiores felicidades ao Tiago, e aqui deixo um pouco das imagens que por ele foi colhidas., outras poderia apresentar dada a grande variedade de fotos que foram registadas, mas poucas as que consegui recolher
2009-01-09
Verdades mundiais
Os provérbios ou ditados sempre nos dizem algo, que nos faz meditar e que também nos pode fortalecer, assim cada um de nós saiba ler a mensagem que nos é transmitida.
Começamos com provérbios chineses, que podem ser portugueses ou de outra nacionalidade, pois as grandes frases não conhecem, origem, digamos que é mundial adaptado a todos nós.
- A vida não é o corpo, da mesma forma que a água não é o copo que a contém.
- Todas as flores do futuro estão nas sementes de hoje.
- Um pouco de perfume fica sempre, nas mãos de quem oferece flores.
- O homem medíocre discute pessoas. O comum discute factos. O sábio discute ideias.
- O tolo discute, o homem comum fala, o sábio escuta.
- Há três coisas na vida que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida.
- Um momento de paciência pode evitar um grande desastre; um momento de impaciência pode arruinar toda uma vida.
- Volte o rosto sempre em direcção do sol e as sombras ficarão para trás.
- Não permita que os problemas de ontem e o medo do amanhã destruam o dia de hoje.
- Não julgue pela aparência. Nem sempre as flores mais belas envolvem o melhor perfume.
Começamos com provérbios chineses, que podem ser portugueses ou de outra nacionalidade, pois as grandes frases não conhecem, origem, digamos que é mundial adaptado a todos nós.
- A vida não é o corpo, da mesma forma que a água não é o copo que a contém.
- Todas as flores do futuro estão nas sementes de hoje.
- Um pouco de perfume fica sempre, nas mãos de quem oferece flores.
- O homem medíocre discute pessoas. O comum discute factos. O sábio discute ideias.
- O tolo discute, o homem comum fala, o sábio escuta.
- Há três coisas na vida que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida.
- Um momento de paciência pode evitar um grande desastre; um momento de impaciência pode arruinar toda uma vida.
- Volte o rosto sempre em direcção do sol e as sombras ficarão para trás.
- Não permita que os problemas de ontem e o medo do amanhã destruam o dia de hoje.
- Não julgue pela aparência. Nem sempre as flores mais belas envolvem o melhor perfume.
2009-01-01
10 Verdades de ontem, de hoje e de amanhã
Para começar o Novo Ano aqui vos deixo pensamentos para observar e meditar.
- O valor de um homem reside no que dá e não no que é capaz de receber - Albert Einstein
- Este é o primeiro preceito da amizade: pedir aos amigos só aquilo que é honesto, e fazer por
eles apenas aquilo que é honesto. - Cícero
- Todas as guerras são ganhas pelos generais e perdidas pelos soldados - Carlos Drummond de Andrade
-Um chefe é um homem que precisa dos outros – Paul Valéry.
- Para se ser feliz, nada melhor do que trocar preocupações por ocupações. - Masteeline
- Para que o mal triunfe, é apenas necessário que os bons não façam nada. -Edmund Burke
- É preciso pouco para despertar um sorriso, e basta um sorriso para que tudo seja possível. -G. Cesbron
- Um livro é um mudo que fala, um surdo que responde, um cego que guia, um morto que vive.- Padre António Vieira
-Toda a geração ridiculariza a moda antiga, mas segue religiosamente a nova... –Thoreau
- As pessoas tendem a esquecer os seus deveres, mas nunca se esquecem dos seus direitos - Indira Gandhi
- O valor de um homem reside no que dá e não no que é capaz de receber - Albert Einstein
- Este é o primeiro preceito da amizade: pedir aos amigos só aquilo que é honesto, e fazer por
eles apenas aquilo que é honesto. - Cícero
- Todas as guerras são ganhas pelos generais e perdidas pelos soldados - Carlos Drummond de Andrade
-Um chefe é um homem que precisa dos outros – Paul Valéry.
- Para se ser feliz, nada melhor do que trocar preocupações por ocupações. - Masteeline
- Para que o mal triunfe, é apenas necessário que os bons não façam nada. -Edmund Burke
- É preciso pouco para despertar um sorriso, e basta um sorriso para que tudo seja possível. -G. Cesbron
- Um livro é um mudo que fala, um surdo que responde, um cego que guia, um morto que vive.- Padre António Vieira
-Toda a geração ridiculariza a moda antiga, mas segue religiosamente a nova... –Thoreau
- As pessoas tendem a esquecer os seus deveres, mas nunca se esquecem dos seus direitos - Indira Gandhi
2008-12-31
Até para o ano
2008-12-30
Adeus ao Roy Roy
Estávamos a dar um pequeno passeio, como é habitual ele ia para todo o lado comigo, pela companhia, pela esperteza pelo carinho, cachorro, obediente e vivo.
Tivesse o tempo que fosse, dentro do carro nada fazia, Tive de fazer uma paragem com a esposa, esta saiu do carro, e eu francamente não me estava a apetecer, mas o Roy, resolveu ir a trás da dona, então eu sai e fomos dar um pequeno passeio,
O destino marca a hora das pessoas e dos animais, nada podemos fazer para o modificar, sinto raiva e revolta, poderia eu ter evitado, não saindo do carro, não sei e uma interrogação o porquê? Nada fazia prever tão trágico destino, todos diziam que tinha tido sorte em encontrar assim uns donos, e durou tão pouco
Como era habitual, ele mantinha-se no passeio pelo que estava descansado, nada previa a sua mudança súbita, mas hoje e uma coisa que não tinha feito, (e não voltará a fazer), viu um outro cão de grande porte, do outro lado a rua, a cerca de 50 metros, e desta vez, nem sei porque razão estava parado e sossegado e de repente, resolveu correr para o outro cão. A zona estava calma á minutos que não passava nenhum carro, mas naquele momento, ao atravessar a rua, um carro que talvez não devesse vir tão depressa como seria desejado, a verdade é que apanhou o cachorro, uma vez e não parando de imediato, passou novamente por cima do cachorro, creio que aqui e pelo que infelizmente me deu a ver foi fatal. A paragem não foi imediata e assim passou uma e outra vez por cima do cachorro. O condutor parou, quis prestar assistência levando o cão ao hospital, mas eu nada quis, a minha dor era maior e nada já havia a fazer, o condutor foi em paz, (e que pense se o quiser que se fosse mais devagar evitava o acidente,) mas reconheço., pois também sou condutor, que talvez não o embate podia ter sido ligeiro não causando tanto dano, mas a culpa maior foi de facto do cachorro que pagou com a vida.
Peguei no Roy nos meus braços, meti-me no meu carro e demorei não mais que 2 a 3 minutos até ao hospital veterinário do Restelo, que foi imediatamente atendido. Com ele no carro não gemia pouco ou nada se mexia, deitei-o na maca, a médica ocultou-o e disse que nada havia a fazer e que já não sentia o coração e passados um segundo finou-se.
Aqui onde passei algumas horas com o cachorro a fazer companhia ou a pedir a atenção, ou deitado na sua caminha, sento-me abatido talvez por isso escrevo esta crónica para eliminar esta tristeza, pois ao escrever estas palavras ia me lembrando das coisa boas que ele me preposicionou dos momentos de alegria, da suas brincadeiras do quanto gostava de carinhos, de ultimamente me ir chamar á cama logo pela manhã para o ir passear, assim evitava fazer as necessidades em casa, não o irei esquecer e não sei se terei outro caniche, pois nada será o mesmo tão depressa não sei se vou querer outro cachorro. Aqui fica a sua imagem quando andávamos no carro e que tanto gostava e como será recordado.
2008-12-29
2008-12-21
2008-12-14
Somos assim
Se somos o que somos,
Porque somos assim,
Não somos estranhos,
Vivemos como somos,
Antes assim
Sem fantasias ou mascaras,
Vivemos assim,
Rectidão e verdade,
Não agrada a todos,
A vida é assim
A vida nem sempre sorri,
Porque somos assim,
Injustiças encontramos,
Inimigos geramos,
Tristeza assim
Sentimo-nos bem connosco,
Dormimos tranquilos assim,
Sem sujeições ou complexos,
Amigos possuímos
Felizes assim
2008-12-09
Guerreira lutadora
Recebi uma missiva que, me sensibilizou e resolvi de imediato fazer e dedicar este poema e uma flor a: “ Espaço Azul”
Foto do autor C Valente - Rosa com lágrimas
Grita bem alto todas as amarguras contidas
Grita a plenos pulmões frustrações vividas
Gritos gemidos das dores físicas sentidas
Derramadas as lágrimas, todo o sofrimento
De tanto chorar o rosto se foi fechando
No peito se apodera um cruel egoísmo
Luto contra a doença, este mal que corrói
Interroga-se inconscientemente é assim
Ano após ano e vão tantos de sofrimento
Crises de hidrocefalia, cancros crescentes
Entre comas e perdas de noção de tempo
Tanta enfermidade que é difícil descrever
Olha o semelhante com certa indiferença
Não a consola que existem casos piores
Nem inveja aqueles que são saudáveis
Guerreira, lutadora autentica sem falsidade
Diferentes estados de espírito se instalam
Conflitos entre amor, raiva, fé, solidariedade
Inveja, ternura, frieza, contentamento, aflição
Se questiona, tal pessoa cheia de humanidade
Na actualidade reclama-se contra a crise
Crise de solidariedade, financeira moral
Muitos com fome, sem trabalho sem lar
Outros que se preocupam com futilidades
Diferentes estados de espírito se instalam
Conflitos entre amor, raiva, fé, solidariedade
Inveja, ternura, frieza, contentamento, aflição
Se questiona, tal pessoa cheia de humanidade
Dias em que as forças fraquejam ou se perdem
Forte dose de tratamento e remédio se tomaram
Só resta o apoio daqueles que tantos nos ama
Renasce a vontade de viver que a acompanha
Grita bem alto todas as amarguras contidas
Grita a plenos pulmões frustrações vividas
Gritos gemidos das dores físicas sentidas
Derramadas as lágrimas, todo o sofrimento
De tanto chorar o rosto se foi fechando
No peito se apodera um cruel egoísmo
Luto contra a doença, este mal que corrói
Interroga-se inconscientemente é assim
Ano após ano e vão tantos de sofrimento
Crises de hidrocefalia, cancros crescentes
Entre comas e perdas de noção de tempo
Tanta enfermidade que é difícil descrever
Olha o semelhante com certa indiferença
Não a consola que existem casos piores
Nem inveja aqueles que são saudáveis
Guerreira, lutadora autentica sem falsidade
Diferentes estados de espírito se instalam
Conflitos entre amor, raiva, fé, solidariedade
Inveja, ternura, frieza, contentamento, aflição
Se questiona, tal pessoa cheia de humanidade
Na actualidade reclama-se contra a crise
Crise de solidariedade, financeira moral
Muitos com fome, sem trabalho sem lar
Outros que se preocupam com futilidades
Diferentes estados de espírito se instalam
Conflitos entre amor, raiva, fé, solidariedade
Inveja, ternura, frieza, contentamento, aflição
Se questiona, tal pessoa cheia de humanidade
Dias em que as forças fraquejam ou se perdem
Forte dose de tratamento e remédio se tomaram
Só resta o apoio daqueles que tantos nos ama
Renasce a vontade de viver que a acompanha
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