Sem refúgios ou subterfúgios. Poemas, crónicas, críticas, política e outros que tais. Reservados todos os direitos de autor de acordo com a lei vigente. A reprodução, de parte ou integral dos seus conteúdos tem de ser autorizadas pelo autor. Escrita de acordo com a ortografia antiga.
2008-12-21
2008-12-14
Somos assim
Se somos o que somos,
Porque somos assim,
Não somos estranhos,
Vivemos como somos,
Antes assim
Sem fantasias ou mascaras,
Vivemos assim,
Rectidão e verdade,
Não agrada a todos,
A vida é assim
A vida nem sempre sorri,
Porque somos assim,
Injustiças encontramos,
Inimigos geramos,
Tristeza assim
Sentimo-nos bem connosco,
Dormimos tranquilos assim,
Sem sujeições ou complexos,
Amigos possuímos
Felizes assim
2008-12-09
Guerreira lutadora
Recebi uma missiva que, me sensibilizou e resolvi de imediato fazer e dedicar este poema e uma flor a: “ Espaço Azul”
Foto do autor C Valente - Rosa com lágrimas
Grita bem alto todas as amarguras contidas
Grita a plenos pulmões frustrações vividas
Gritos gemidos das dores físicas sentidas
Derramadas as lágrimas, todo o sofrimento
De tanto chorar o rosto se foi fechando
No peito se apodera um cruel egoísmo
Luto contra a doença, este mal que corrói
Interroga-se inconscientemente é assim
Ano após ano e vão tantos de sofrimento
Crises de hidrocefalia, cancros crescentes
Entre comas e perdas de noção de tempo
Tanta enfermidade que é difícil descrever
Olha o semelhante com certa indiferença
Não a consola que existem casos piores
Nem inveja aqueles que são saudáveis
Guerreira, lutadora autentica sem falsidade
Diferentes estados de espírito se instalam
Conflitos entre amor, raiva, fé, solidariedade
Inveja, ternura, frieza, contentamento, aflição
Se questiona, tal pessoa cheia de humanidade
Na actualidade reclama-se contra a crise
Crise de solidariedade, financeira moral
Muitos com fome, sem trabalho sem lar
Outros que se preocupam com futilidades
Diferentes estados de espírito se instalam
Conflitos entre amor, raiva, fé, solidariedade
Inveja, ternura, frieza, contentamento, aflição
Se questiona, tal pessoa cheia de humanidade
Dias em que as forças fraquejam ou se perdem
Forte dose de tratamento e remédio se tomaram
Só resta o apoio daqueles que tantos nos ama
Renasce a vontade de viver que a acompanha
Grita bem alto todas as amarguras contidas
Grita a plenos pulmões frustrações vividas
Gritos gemidos das dores físicas sentidas
Derramadas as lágrimas, todo o sofrimento
De tanto chorar o rosto se foi fechando
No peito se apodera um cruel egoísmo
Luto contra a doença, este mal que corrói
Interroga-se inconscientemente é assim
Ano após ano e vão tantos de sofrimento
Crises de hidrocefalia, cancros crescentes
Entre comas e perdas de noção de tempo
Tanta enfermidade que é difícil descrever
Olha o semelhante com certa indiferença
Não a consola que existem casos piores
Nem inveja aqueles que são saudáveis
Guerreira, lutadora autentica sem falsidade
Diferentes estados de espírito se instalam
Conflitos entre amor, raiva, fé, solidariedade
Inveja, ternura, frieza, contentamento, aflição
Se questiona, tal pessoa cheia de humanidade
Na actualidade reclama-se contra a crise
Crise de solidariedade, financeira moral
Muitos com fome, sem trabalho sem lar
Outros que se preocupam com futilidades
Diferentes estados de espírito se instalam
Conflitos entre amor, raiva, fé, solidariedade
Inveja, ternura, frieza, contentamento, aflição
Se questiona, tal pessoa cheia de humanidade
Dias em que as forças fraquejam ou se perdem
Forte dose de tratamento e remédio se tomaram
Só resta o apoio daqueles que tantos nos ama
Renasce a vontade de viver que a acompanha
2008-12-07
Rua, palco da vida
A rua é como um teatro aberto
Actores encontram-se no terreno
Onde o palco é a rua, ou praça
Caracterização de rostos tristes
Caras limpas, pintadas enrugada
O espectáculo começa cedo
Dia a dia se recria uma figura
Enredo bizarro sem termo
Imagens de quem corre
Para o trabalho, para a lide
Á procura de um emprego
Uma busca de esperança
O mendigo pede a esmola
A senhora às compras vai
Montra, cartaz de vaidades
A arte transforma o espaço
Emoção a cada momento
Laços de dupla cumplicidade
Actor e público, se fundem
Dose de violência na linguagem
Brusquidão reflectida nos gestos
As pessoas assumem o seu papel
Sem desistir, dominado o medo
Espectáculo sem vedetas
Com um texto complicado
Humor subtil se apresenta
Numa encenação espontânea
Cada dia, drama e comédia
Historias de sobreviventes
Desassossego entre vidas
De jubilo ou desdita contida
Personagens enredadas na teia
Motores, conversas apresadas
Gritos passos, choros, buzinas
Um cego toca uma ladainha
Musicalidade feita de improvisos
Canções sem banda nem maestro
Ritmos alucinantes ou melancólicos
O pano vai caindo com o anoitecer
Os actores vão saindo de cena
Outras personagens vão surgindo
Outro amanhã virá certamente
Luzes como projectores se acendem
Escuridão, silêncios e gemidos
A noite remete para o drama
Território de sonhos e fantasias
Demónios fantasmas, desilusões
Esperança que um dia tudo será melhor
Actores encontram-se no terreno
Onde o palco é a rua, ou praça
Caracterização de rostos tristes
Caras limpas, pintadas enrugada
O espectáculo começa cedo
Dia a dia se recria uma figura
Enredo bizarro sem termo
Imagens de quem corre
Para o trabalho, para a lide
Á procura de um emprego
Uma busca de esperança
O mendigo pede a esmola
A senhora às compras vai
Montra, cartaz de vaidades
A arte transforma o espaço
Emoção a cada momento
Laços de dupla cumplicidade
Actor e público, se fundem
Dose de violência na linguagem
Brusquidão reflectida nos gestos
As pessoas assumem o seu papel
Sem desistir, dominado o medo
Espectáculo sem vedetas
Com um texto complicado
Humor subtil se apresenta
Numa encenação espontânea
Cada dia, drama e comédia
Historias de sobreviventes
Desassossego entre vidas
De jubilo ou desdita contida
Personagens enredadas na teia
Motores, conversas apresadas
Gritos passos, choros, buzinas
Um cego toca uma ladainha
Musicalidade feita de improvisos
Canções sem banda nem maestro
Ritmos alucinantes ou melancólicos
O pano vai caindo com o anoitecer
Os actores vão saindo de cena
Outras personagens vão surgindo
Outro amanhã virá certamente
Luzes como projectores se acendem
Escuridão, silêncios e gemidos
A noite remete para o drama
Território de sonhos e fantasias
Demónios fantasmas, desilusões
Esperança que um dia tudo será melhor
2008-12-05
Época de festividade
O mês de Dezembro
Época de festividade
De alegria e amizade
Também de falsidade
Tradições patentes
Pessoas se cruzam
Ofuscado pelas luzes
Ao próximo Indiferente
As ofertas estão, no dar
Ao amigo a dedicação
Aos familiares a amizade
Ao desconhecido um sorriso
Aos vizinhos a saudação
Ao doente um conforto
Aos distantes um telefonema
Aos ante queridos uma oração
Um sorriso você vai dar
E outro você vai receber
Momento mágico acontece
Derrete o gelo, coração a aquecer
O valor não está no objecto
Mas no intuito com que se dá
Na alegria com que se recebe
Na felicidade que paira no ar
Haja paz, harmonia fraternidade
Bonito ver as famílias reunidas
Na consoada da noite de Natal
Esquecer rancores e inimizades
Deixamos grandes compras
Presentes caros espalhafatosos
Estamos em crise que incomoda
Mais e mais amor, menos ostentação
Época de festividade
De alegria e amizade
Também de falsidade
Tradições patentes
Pessoas se cruzam
Ofuscado pelas luzes
Ao próximo Indiferente
As ofertas estão, no dar
Ao amigo a dedicação
Aos familiares a amizade
Ao desconhecido um sorriso
Aos vizinhos a saudação
Ao doente um conforto
Aos distantes um telefonema
Aos ante queridos uma oração
Um sorriso você vai dar
E outro você vai receber
Momento mágico acontece
Derrete o gelo, coração a aquecer
O valor não está no objecto
Mas no intuito com que se dá
Na alegria com que se recebe
Na felicidade que paira no ar
Haja paz, harmonia fraternidade
Bonito ver as famílias reunidas
Na consoada da noite de Natal
Esquecer rancores e inimizades
Deixamos grandes compras
Presentes caros espalhafatosos
Estamos em crise que incomoda
Mais e mais amor, menos ostentação
2008-11-28
Dar
Dar
Dar amor
Dar prazer
Dar sangue
Dar amizade
Dar alegria
Dar vida á vida
Dar um galanteio
Dar uma esperança
Dar um beijo
Dar um sorriso
Dar a saudação
Dar um aperto de mão
Dar um bom concelho
Dar alma a um projecto
Dar apoio a quem precisa
Dar o melhor de si mesmo
Dar elogio ao merecedor
Dar socorro a quem precisa
Dar igual ao que recebemos
Dar a mão a quem necessita
Dar graças a Deus
Dar tempo ao tempo
Dar a César o que é de César
Dar custa tão pouco, e vale muito
Dar
Dar
Dar o que não tem preço, custa pouco, vale muito
Dar amor
Dar prazer
Dar sangue
Dar amizade
Dar alegria
Dar vida á vida
Dar um galanteio
Dar uma esperança
Dar um beijo
Dar um sorriso
Dar a saudação
Dar um aperto de mão
Dar um bom concelho
Dar alma a um projecto
Dar apoio a quem precisa
Dar o melhor de si mesmo
Dar elogio ao merecedor
Dar socorro a quem precisa
Dar igual ao que recebemos
Dar a mão a quem necessita
Dar graças a Deus
Dar tempo ao tempo
Dar a César o que é de César
Dar custa tão pouco, e vale muito
Dar
Dar
Dar o que não tem preço, custa pouco, vale muito
2008-11-25
Ensaio sobre a Droga
A vida é uma droga , inale
Droga que é veneno e morte
Causadora de graves danos
Devastação de vidas e bens
Pessoais, familiares, sociais
Necessário é distinguir as drogas licitas das ilegais
Drogas farmacêuticas são benéficas
Quando produtos medicamentosos
Droga que é veneno e morte
Causadora de graves danos
Devastação de vidas e bens
Pessoais, familiares, sociais
Necessário é distinguir as drogas licitas das ilegais
Drogas farmacêuticas são benéficas
Quando produtos medicamentosos
Devidamente tomados e controlados
Aliviam a dor, sofrimento e angústia
Droga é tudo o que seja excesso
Cuidados no uso excessivo da droga
Provoca dependência autodestruição
Transformadora do homem em escravo
Modificação de carácter, nefasta situação
O momento de parar, é antes de começar
Estupefaciente, alucinógenos, tranquilizantes
Droga, narcótico, entorpecente tóxico
Droga é Erva, Cola, Benzina
Liamba Maconha Marijuana
Ópio, Morfina, Heroína
Cocaína, Haxixe, Anfetaminas
Ecstasy, Crack LSD
Minutos de prazer, anos de sofrimento
Drogas naturais e sintéticas
Artificias como muitos nomes
Pelas ruas vielas e lugares
Diminutivos, códigos, calão
Toxicodependente, farrapo humano
Doente, toxicodependente, drogado
Sem vontade rumo, sem dignidade
Irracionalidade ruína e destruição
Vício, caminho da marginalidade
Investir na pessoa não na droga
Agarrado, dá em criminoso, ladrão
Atinge lares sejam ricos ou pobres
Afecta todos, até os que não são
Droga, droga quanta consternação
Aliviam a dor, sofrimento e angústia
Droga é tudo o que seja excesso
Cuidados no uso excessivo da droga
Provoca dependência autodestruição
Transformadora do homem em escravo
Modificação de carácter, nefasta situação
O momento de parar, é antes de começar
Estupefaciente, alucinógenos, tranquilizantes
Droga, narcótico, entorpecente tóxico
Droga é Erva, Cola, Benzina
Liamba Maconha Marijuana
Ópio, Morfina, Heroína
Cocaína, Haxixe, Anfetaminas
Ecstasy, Crack LSD
Minutos de prazer, anos de sofrimento
Drogas naturais e sintéticas
Artificias como muitos nomes
Pelas ruas vielas e lugares
Diminutivos, códigos, calão
Toxicodependente, farrapo humano
Doente, toxicodependente, drogado
Sem vontade rumo, sem dignidade
Irracionalidade ruína e destruição
Vício, caminho da marginalidade
Investir na pessoa não na droga
Agarrado, dá em criminoso, ladrão
Atinge lares sejam ricos ou pobres
Afecta todos, até os que não são
Droga, droga quanta consternação
Acaba com a droga, não é criar institutos ou salas de chuto
Miséria para uns, quantos
Enriquecimento para outros
Sustentar a droga sai caro
Na sombra está o tubarão
A consciência não tem espelho, o traje não reflecte a alma
Droga é tráfico e corrupção
Mãos sujas, camisas limpas
Gente sem honra sem pudor
Colocados na sombra estão
Num estado corrupto, demasiadas leis são criadas
A droga é um negócio lucrativo
Rende e move muitos milhões
Não é a raia miúda que os tem
Dinheiro é império de barões
O dinheiro, muita gente suborna, não contribua
Justiça cega, no braço curto da lei
Negocio, narcotráfico sem fronteiras
Difícil é a batalha, conquistar a guerra
Atravessa países neste mundo global
Gente sem honra sem pudor
Colocados na sombra estão
Num estado corrupto, demasiadas leis são criadas
A droga é um negócio lucrativo
Rende e move muitos milhões
Não é a raia miúda que os tem
Dinheiro é império de barões
O dinheiro, muita gente suborna, não contribua
Justiça cega, no braço curto da lei
Negocio, narcotráfico sem fronteiras
Difícil é a batalha, conquistar a guerra
Atravessa países neste mundo global
2008-11-21
Ensaio sobre o medo
Será medo do medo
Que tenho medo
Sentimentos de inquietação
Dos medos que tenho em mim
Medo dos que criam medos
Das formas e contornos do medo
Medo dos idiotas impostores
Que dizem nunca ter medo… do medo
Neste mundo actual medonho
Terrorismo, guerras, destruição
Medos dos perigos que ameaçam
Ditaduras, violência opressão
O medo psicológico é doença
Medo da perda de memoria
Cancro, cegueira, traumatismos
Enfermidades permanentes… e morte
O medo conduz á apatia
Acaba com a esperança
Idosos obcecados na solidão
Jovens receiam inadaptação
O medo tem diversas formas
Muitos nomes o medo tem
Pânico, pavor fobia… até susto.
Desemprego, instabilidade também
Medo sem reflectir tem o herói
Só um louco não tem medo
O Homem não teme a morte
Mas a existência vegetativa e dor
A humanidade coexiste com medo
Os medos atrasam o progresso
Tortura o sábio, Reprime a ciência,
Aterroriza o povo, destrói a paz
O medo nem sempre é cobardia
O medo pode dar rumo á existência
Um estimulo num desafio á vida
Conquista a razão, cria a coragem
É humano e natural o medo faz parte da vida
Negativo é a pessoa não saber enfrentar o medo
Salutar é aprender a conviver com o medo
O medo é positivo como estímulo de auto-preservação
Que tenho medo
Sentimentos de inquietação
Dos medos que tenho em mim
Medo dos que criam medos
Das formas e contornos do medo
Medo dos idiotas impostores
Que dizem nunca ter medo… do medo
Neste mundo actual medonho
Terrorismo, guerras, destruição
Medos dos perigos que ameaçam
Ditaduras, violência opressão
O medo psicológico é doença
Medo da perda de memoria
Cancro, cegueira, traumatismos
Enfermidades permanentes… e morte
O medo conduz á apatia
Acaba com a esperança
Idosos obcecados na solidão
Jovens receiam inadaptação
O medo tem diversas formas
Muitos nomes o medo tem
Pânico, pavor fobia… até susto.
Desemprego, instabilidade também
Medo sem reflectir tem o herói
Só um louco não tem medo
O Homem não teme a morte
Mas a existência vegetativa e dor
A humanidade coexiste com medo
Os medos atrasam o progresso
Tortura o sábio, Reprime a ciência,
Aterroriza o povo, destrói a paz
O medo nem sempre é cobardia
O medo pode dar rumo á existência
Um estimulo num desafio á vida
Conquista a razão, cria a coragem
É humano e natural o medo faz parte da vida
Negativo é a pessoa não saber enfrentar o medo
Salutar é aprender a conviver com o medo
O medo é positivo como estímulo de auto-preservação
2008-11-18
Ensaio sobre o tempo
Tempo não é somente
Passado presente futuro
É vida vivida a seu tempo
Outra dimensão
Que sabemos do tempo
O tempo saberá de si
Que nós sabemos dele
O tempo mede o tempo
Os dias os anos passam
Quando se dá pelo tempo
Verifica-se que é efémero
O tempo a seu tempo percorre
Historias sem tempo e sem fim
O tempo faz história
A história vive no tempo
As memórias vivem do tempo
Qual peça musical
Com andamentos variáveis
Tempo uma eternidade
Tempo temporal
Estações de frio e calor
Equinócios e Solstícios
Através do tempo a lenda
Tempo de memorias
Sinónimo de longevidade
Tempo de insónias
Termómetro da ansiedade
De despertar e de alegrias
No barómetro de alma
Abrir a cortina do tempo
Um purgatório na terra
Tempo de momentos
Tempo de saudades
Ritmo enganador
É necessário matar o tempo
Apatia pelo tempo que passa
Homem sem tempo e sem rumo
A idade passou pelo tempo
Corpo carcomido
Pele enrugada
O tempo esmagador
Marcas de vivência
Num determinado tempo
O tempo para uns foi ontem
Passado presente futuro
É vida vivida a seu tempo
Outra dimensão
Que sabemos do tempo
O tempo saberá de si
Que nós sabemos dele
O tempo mede o tempo
Os dias os anos passam
Quando se dá pelo tempo
Verifica-se que é efémero
O tempo a seu tempo percorre
Historias sem tempo e sem fim
O tempo faz história
A história vive no tempo
As memórias vivem do tempo
Qual peça musical
Com andamentos variáveis
Tempo uma eternidade
Tempo temporal
Estações de frio e calor
Equinócios e Solstícios
Através do tempo a lenda
Tempo de memorias
Sinónimo de longevidade
Tempo de insónias
Termómetro da ansiedade
De despertar e de alegrias
No barómetro de alma
Abrir a cortina do tempo
Um purgatório na terra
Tempo de momentos
Tempo de saudades
Ritmo enganador
É necessário matar o tempo
Apatia pelo tempo que passa
Homem sem tempo e sem rumo
A idade passou pelo tempo
Corpo carcomido
Pele enrugada
O tempo esmagador
Marcas de vivência
Num determinado tempo
O tempo para uns foi ontem
O futuro para muitos é hoje
O tempo amanhã virá
Na ampulheta do tempo
A areia deslizou e findou
Pêndulo do tempo presente
Tempo a construir ... o amanhã
A areia deslizou e findou
Pêndulo do tempo presente
Tempo a construir ... o amanhã
2008-11-13
Realidade - ficção
Como câmara escura
A vida é uma ficção
Uma realidade virtual
Um toque literário
Romance inacabado
Personagem, criatura
Um ser diferente
Narrativa incompleta
Figura incontornável
Presença distinta
Vive num turbilhão
Tudo é mais rápido
Desfruta o momento
Realidade inquietante
Comportamento fogoso
Partitura de opereta
Caminho a percorrer
Ponte entre margens
Rios de lágrimas
Torrente de alegria
Descarrilar de problemas
Transbordam emoções
Vivências projectadas
Amor, ódio e paixões
Tela gigante ilustra
Percursos sinuosos
Batalhas constantes
Sessões continuas
Amanhã uma incógnita
O fim está certo ... A vida é tudo e nada.
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